Jornal O Tempo - 25/11/2011
Tem sacola compostável falsa circulando em Belo Horizonte. Embora todas tragam a inscrição obrigatória de atendimento à NBR 15448-2:2008, como determinado pelo decreto que proibiu os outros plásticos na capital, boa parte das embalagens não é fabricada apenas de material compostável. "Tem mistura de outros polímeros", afirma o diretor da Res Brasil, empresa que trabalha com todos os tipos de plástico, Eduardo Van Roost.
Essa mistura é feita para reduzir o custo do material. Com a mistura, ela perde suas propriedades, como a capacidade de se biodegradar, desintegrar sem deixar resíduos no meio ambiente) em 180 dias, quando levada a usina de compostagem.
A tese do especialista é confirmada pela Prefeitura de Belo Horizonte. O chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saulo Ataíde, diz que o órgão recebeu denúncias e que a Associação Brasileira de Polímeros Biodegradáveis e Compostáveis (Abicom) confirma os indícios de fraude. Porém, nenhuma autuação foi feita ainda porque não há comprovação técnica da adulteração.
Em caso de falsificação comprovada, tanto o fabricante quando o varejo que vende a sacola podem ser multados em R$ 1.000, valor que sobe para R$ 2.000 em caso de reincidência, e terem os alvarás cassados.
Tem sacola compostável falsa circulando em Belo Horizonte. Embora todas tragam a inscrição obrigatória de atendimento à NBR 15448-2:2008, como determinado pelo decreto que proibiu os outros plásticos na capital, boa parte das embalagens não é fabricada apenas de material compostável. "Tem mistura de outros polímeros", afirma o diretor da Res Brasil, empresa que trabalha com todos os tipos de plástico, Eduardo Van Roost.
Essa mistura é feita para reduzir o custo do material. Com a mistura, ela perde suas propriedades, como a capacidade de se biodegradar, desintegrar sem deixar resíduos no meio ambiente) em 180 dias, quando levada a usina de compostagem.
A tese do especialista é confirmada pela Prefeitura de Belo Horizonte. O chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saulo Ataíde, diz que o órgão recebeu denúncias e que a Associação Brasileira de Polímeros Biodegradáveis e Compostáveis (Abicom) confirma os indícios de fraude. Porém, nenhuma autuação foi feita ainda porque não há comprovação técnica da adulteração.
Em caso de falsificação comprovada, tanto o fabricante quando o varejo que vende a sacola podem ser multados em R$ 1.000, valor que sobe para R$ 2.000 em caso de reincidência, e terem os alvarás cassados.
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