Páginas

04/12/2012

Picolé que descasa

A Nestlé, por meio da Garoto, lança o sorvete de baunilha Pegapop Deskasca. O produto é envolto por uma camada de gelatina consistente sabor banana que pode ser descascada como a fruta de verdade.

A novidade chega em dezembro aos pontos de venda na região Sudeste e no restante do país a partir de abril de 2013.
O produto foi lançado inicialmente pela Nestlé em Hong Kong.

Fonte: Revista Embalagem e Marca


30/11/2012

Smirnoff tem garrafa que brilha no escuro.

A Diageo desenvolveu duas embalagens especiais da Smirnoff Ice que brilham no escuro, em edição limitada.
A lata foi comercializado durante a festa de música eletrônica Dream Valley, realizada nos últimos dias 16 e 17 no Parque Beto Carreiro World, em Santa Catarina.
A garrafa long neck, intitulada Night Edition, estará disponível enquanto durarem os estoques em casas noturnas de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Brasília.
Os desenhos das embalagens aparecem apenas quando a garrafa é exposta à luz negra.
Com a iniciativa a Smirnoff pretende se aproximar do público jovem e que frequenta ambientes noturnos.



Fonte: Revista Embalagem e Marca

Aumentos de PE e importações inacessíveis desequilibram a transformação.

Em 4 de setembro último, a indústria de plásticos foi surpreendida pelo aumento de 14% para 20% na tarifa de importação de polietileno, justo um dia após a cadeia completa se reunir num evento para debater a competitividade do setor.

A segunda bola nas costas da transformação veio com o reajuste de preços da resina nacional, apesar de o governo condicionar a nova alíquota a ausência de aumentos nos preços internos. De início, a cadeia divulgou que os preços locais subiram 4,5% em outubro. Contudo, índices publicados da Fundação Getúlio Vargas (ver gráfico) revelaram o polietileno de alta densidade (PEAD) 23,6% mais caro em setembro, enquanto os tipos da resina de baixa densidade sofreram reajuste de 20,1% no mesmo mês.

Leia a reportagem: Plásticos em Revista

Frango temperado em embalagem a vácuo termoformada.


A Tyson do Brasil lança no mercado cortes de frango temperados resfriados da marca Macedo em embalagens a vácuo termoformadas.

A empresa é a primeira avícola do País a usar esse tipo de embalagem. “Queremos garantir que os produtos cheguem frescos à mesa do consumidor com a qualidade já atribuída a nossa marca”, afirma Renato Gheller, diretor Comercial da Tyson do Brasil.

As embalagens termoformadas são feitas de filme plástico multicamadas 100% reciclável. Como são seladas, evitam possíveis contaminações e vazamentos, comuns nas embalagens tradicionais. As novas embalagens permitem a completa visualização do produto. “Sua parte inferior totalmente transparente permite que o consumidor veja o que está comprando e ateste a qualidade do produto que está levando pra casa”, afirma o executivo.

Com a embalagem a vácuo, a durabilidade na prateleira (shelf life) dos cortes de frango temperados resfriados passa a ser 18 dias, diminuindo as chamadas quebras (vencimento do produto na gôndola) que são comuns para os alimentos perecíveis.

A linha temperada resfriada da Macedo é disponibilizada nas seguintes opções de cortes de frango: filé de peito, coxas e sobrecoxas (sem osso), coxinhas das asas, sobrecoxas, filezinho (sassami), meio das asas e coração.

Fonte: Revista Embalagem e Marca.

Garrafa de licor em homenagem aos 50 anos dos Rolling Stones.


Para comemorar o 50º aniversário da banda de rock mais famosa do mundo, a marca japonesa de licores Suntary (sim, a mesma do filme Encontros e Desencontros) lançou uma edição limitada de 150 garrafas do uísque The Rolling Stones, como parte da série Bar Stones.
As garrafas com forma da língua acompanham uma embalagem super especial e estarão à venda ao preço de 6.300 dólares cada uma. Essa é só para fãs mesmo, hein?
  


E para atrair os mais jovens, lança também uma linha de bebidas de médio teor alcoólico como cervejas, vinhos e rum. As embalagens trazem em seu rótulo, a língua e estampam a frase “os Rolling Stones são a maior banda de rock and roll do mundo“.
Claro que o gerente de publicidade da Suntory, Tatsuo Wada, é fã dos Stones.


Fonte: Blog Criativo

15/11/2012

Com setor protegido, Braskem eleva preços de resina


A petroquímica Braskem aproveitou uma brecha dada pelo governo federal para elevar em mais de 20% o preço do polietileno, resina crucial para a indústria química e do qual a empresa detém o monopólio no Brasil. No início de setembro, o governo federal elevou o imposto de importação sobre 100 produtos.
À época, dirigentes de companhias dos setores beneficiados, inclusive da Braskem, afirmaram que a proteção não implicaria alta de preços. Isso não aconteceu. Tão logo o governo protegeu a indústria nacional, os preços explodiram.
Usados pela indústria plástica para produção de garrafas, sacolas, tubulações, cabos e fios, os polietilenos são produzidos no Brasil apenas pela Braskem. Até agosto, o polietileno comprado do exterior pagava uma alíquota de 14% de imposto de importação. Desde 4 de setembro, com a elevação definida pelo governo, essa alíquota saltou a 20%. Com o espaço dado pelo governo federal, a Braskem reajustou fortemente os preços das resinas que apenas ela produz.
Segundo dados detectados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Índice de Preços no Atacado (IPA), os polietilenos de alta densidade ficaram 23,6% mais caros em setembro. Os de baixa densidade saltaram 20,1%. Os dados foram apurados no Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) de setembro.
O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a equipe econômica do governo já procurou dirigentes da Braskem para buscar uma explicação. O governo estuda rever a medida para o caso dos polietilenos, ou seja, os importados devem voltar a pagar uma alíquota menor de imposto, e, assim, voltar ao período de competição neste mercado.
"É inadmissível aproveitar uma brecha dada para incentivar a indústria nacional e elevar seus preços em mais de 20%. Isso não é recomposição de margem. Se fosse preciso encarecer seu produto nessa magnitude tão rapidamente a empresa estaria falida, e este não parece ser o caso", afirmou ao Estado uma fonte do alto escalão da equipe econômica do governo Dilma Rousseff.
Política de preços
Controlada pela gigantesca empreiteira Odebrecht, a Braskem foi procurada pela reportagem e respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que "não alterou sua política de preços, vigente desde que a empresa foi criada, que consiste em manter os preços das resinas no mercado doméstico alinhados aos preços internacionais, como ocorre com qualquer commodity".
Para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a medida tomada em setembro pelo governo vai contra a própria política econômica defendida por Dilma.
"Proteger monopólios não faz sentido quando o que se quer é dar competitividade à indústria. Ao encarecer a matéria-prima nas duas pontas, a importada e a nacional, o governo acaba empurrando a entrada do produto final importado", avaliou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Capriche na sua embalagem, pois 66% das pessoas buscam pelas marcas nelas, diz estudo.

  • 66% buscam pelas marcas nas embalagens
  • Mais de 70% dos consumidores com 18 anos ou mais mantém fidelidade às marcas.
  • 58% dos brasileiros afirmam que marcas conhecidas são melhores, considerando status como sinônimo de qualidade
  • 72% dos entrevistados são fiéis às suas marcas
No comportamento na internet:
  • 51% afirmam que podem fornecer muita informação sobre algum tipo de produto
  • 41% conversam com muitas pessoas diferentes sobre diversos itens
  • 33% acham muito provável conseguir convencer outros indivíduos com suas opiniões



Nunca se deparou com problemas desse tipo?


Baixo desempenho das indústrias de plástico em MG

Só o polietileno de baixa densidade (PEBD) teve um incremento de 15,7%, passando de R$ 4.449 a tonelada para R$ 5.151,00.Justificativa para o mau desempenho neste ano é a redução da atividade econômica verificada no país.

Fonte: www.abras.com.br


Com custos de produção mais altos e demanda em baixa, as indústrias de plástico em Minas Gerais terão um resultado negativo neste ano. A projeção, que já era de queda de 5% no faturamento frente 2011, passou a ser de até 15% após o aumento do preço das resinas termoplásticas, responsável por cerca de 60% do custo da produção. As estimativas são do vice-presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Minas Gerais (Simplast), Wagner Andrade.

A primeira justificativa para o mau desempenho do setor neste ano é a redução da atividade econômica verificada no país. A indústria do plástico, por atender a diferentes segmentos e depender diretamente do desempenho deles, acaba sendo um dos termômetros para a economia nacional e por isso sofre com esses contratempos.

Com o mercado desaquecido e a concorrência em alta, as empresas não puderam repassar o aumento do custo da produção integralmente, o que forçou o achatamento das margens. "Tem muita empresa que está amargando prejuízo. Com isso, os investimentos e nível de emprego do setor também estão em queda", ressalta.

Em Minas Gerais, o setor que demandou menor quantidade de plástico neste ano foi o da construção civil que, depois de apresentar reduções de lançamentos e vendas de imóveis, começa a retomar os negócios neste final do ano. Espera-se que o segmento da indústria do plástico que atende a essa área tenha uma queda de 15% no faturamento deste ano.

O segmento voltado para as embalagens vai ter o segundo maior tombo, com retração de 10%. Nesse caso, não só a redução da necessidade de embalagens em uma economia em desaquecimento pesou para o resultado negativo. A substituição das sacolas plásticas pelas compostáveis em várias praças importantes pesou significativamente no resultado e levou algumas empresas que atuam nesse segmento a migrarem para a produção de sacos de lixo.

Automotivo - Já a parte da indústria plástica que atende ao setor automotivo deve ter uma redução um pouco menor, entre 3% e 4%. Isso ocorre devido aos estímulos governamentais, com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos. Os impactos para os fornecedores de insumos para a cadeia não foram tão positivos quanto para as montadoras, porque muitas delas venderam veículos de estoque nos primeiros meses da medida. "Cada segmento da indústria do plástico tem um desempenho diferenciado, mas é fato que todas terão uma queda no faturamento", afirma Andrade.

Além dos resultados econômicos desfavoráveis do país, também colaboraram para a baixa na indústria do plástico o aumento do preço da matéria-prima. O polietileno de baixa densidade, o mais usado no setor, por exemplo, passou de R$ 4.449 a tonelada, na primeira quinzena de janeiro, para R$ 5.151 na primeira quinzena de outubro, um incremento de 15,7%.

A proprietária da Fazfort Indústria e Comércio Ltda, localizada em Contagem (RMBH), Clarissa Vaz, acredita que a empresa sofra uma redução no faturamento de 15% neste ano frente a 2011. Ela explica que, mesmo com a situação nada satisfatória, não tem como opção a redução de funcionários para o corte dos custos. "Profissionais qualificados é algo tão difícil no mercado que nem vale a pena dispensar os que já foram treinados", afirma.

O sócio-proprietário da Kjet Indústria e Comércio, sediada em Belo Horizonte, Munir Sadala, explica que a empresa conseguirá manter o mesmo faturamento do ano passado graças ao desempenho das vendas para o setor automotivo e aumento da base de clientes nesse setor.

Nunca se deparou com problemas desse tipo?


30/10/2012

2.000 amostras de plásticos testados pelo Instituto Ideais em 6 meses.


Boletim gentilmente me enviado por e-mail pela Resbrasil no dia 28/10/2012 - www.resbrasil.com.br

Na semana passada o Instituto IDEAIS atingiu a marca de 2.000 amostras de plásticos testados com o aparelho XRF Bruker. Estas amostras foram testadas para detectar e certificar a autenticidade de plásticos impressos como sendo biodegradáveis e também para detectar a presença de metais pesados (Diretiva RoHS).

Os resultados passam a fazer parte e enriquecer nosso banco de dados relacionado aos plásticos rotulados como sendo biodegradáveis (oxibiodegradáveis ou hidrobiodegradáveis) e que estão sendo produzidos e distribuídos por empresas e comércio no Brasil.

A marca de 2.000 testes é significativa como amostragem e os resultados provam que muitos plásticos identificados e impressos como sendo biodegradáveis são autênticos e com laudos e provas que confirmam o atendimento às normas vigentes. Fabricantes e/ou usuários destas embalagens receberão laudos de autenticidade.

Outra parte testada mostrou a existência de falsos plásticos biodegradáveis sendo produzidos e distribuídos no Brasil. Estes plásticos na realidade são plásticos convencionais e tem impressas marcas de materiais, tecnologias e informações de biodegradabilidade que não encontram respaldo em publicações científicas, tampouco cumprem normas, o que caracteriza rotulagem e propaganda enganosa, tanto para quem adquire sem requerer provas e laudos, quanto para a população que recebe este tipo de embalagem e acredita nos atributos divulgados.

Alguns também levam as logomarcas da ASTM, da ISO, e também símbolos de compostabilidade que pertencem a entidades internacionais, sem a devida autorização de uso, numa clara tentativa de enganar a indústria, o comércio e por consequência o consumidor.

Cerca de 50% dos testes foram realizados em amostras colhidas por este Instituto e a outra metade foi enviada por fabricantes, comércio e empresas que utilizam e distribuem. Outras foram enviadas por autoridades e órgãos de governos e consumidores.

Vale lembrar que a falsa divulgação e rotulagem de atributos como a oxi ou hidrobiodegradação, além da compostabilidade sem a devida e inquestionável apresentação de provas e laudos comprobatórios é considerado crime previsto no Código de Defesa do Consumidor e infrações previstas nas regras do Conar.

Laudos dos testes e as correspondentes amostras coletadas e testadas, com resultados negativos, estão à disposição dos órgãos regulamentares de propaganda e defesa do consumidor.

Antes de imprimir informações relacionadas à degradação e biodegradação em artigos e embalagens plásticas consulte o Código de Defesa do Consumidor e o CONAR. Exija provas e certificações de seu fornecedor. Evite e combata a propaganda enganosa e informações falsas. 

Este Instituto está a seu dispor para orientar sobre rotulagem ambiental e para testes.

Instituto Ideais
www.i-ideais.org.br
info@i-ideais.org.br
+ 55 (19) 3327 3524     

Embalagens usadas ganham nova vida nas paredes de uma escola em Oeiras.


Belo exemplo de reciclagem, embora seja um projeto caro. Foram 70 toneladas de plástico. Que maravilha!!!

 Leia toda a matéria aqui.


Novas fachadas são mais fáceis de manter e de limpar.
Os materiais usados na construção - embalagens de manteiga, pacotes de batatas fritas, copos de iogurte, entre outros -, “ao invés de contaminarem o meio ambiente, voltaram a entrar na cadeia de valor”. As vantagens são muitas: além do "baixo custo de instalação e ausência de custos de manutenção", o edifício não voltará a precisar de pintura exterior na zona onde foi aplicado o revestimento, afirma.

A produção de artigos de mobiliário urbano e de praia, espreguiçadeiras, chapéus-de-sol, passadiços, vedações, sinaléticas, mesas ou bancos através de plástico 100% reciclado é uma solução para a diminuição não só do uso de madeira como matéria-prima, mas reduz também a quantidade de lixo nos aterros. 

Neste projeto foram reutilizadas mais de 70 toneladas de plástico, transformadas em ripas com o aspecto e tonalidade da madeira, o que o torna esteticamente atraente. Segundo Sandra Castro, da empresa Extruplás, a empresa recicla cerca de 1000 toneladas de plásticos por mês.

Indústrias Plásticas - Reajuste de 5% a 7% em seus produtos

Fonte: Valor Econômico - 06/08/2012


As indústrias nacionais de embalagens plásticas devem fazer um reajuste de 5% a 7% em seus produtos a partir deste mês. Em entrevista ao Valor, Alfredo Schmidt, presidente da Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis), disse que o repasse reflete a alta elevada dos preços da matéria-prima no mercado internacional.
Segundo Schmidt, as indústrias da terceira geração petroquímica estão sendo fortemente afetadas pelos altos custos de produção, o que reduz a competitividade delas no segmento. "Só a energia representa 20% dos nossos custos e mão de obra outros cerca de 60%", afirmou.
A associação discute com o governo medidas que poderão fortalecer o setor. "Nosso setor emprega cerca de 380 mil trabalhadores", afirmou Schmidt.
O polietileno (PE) é a principal matéria-prima para a produção de plásticos flexíveis - muito utilizados pelas indústrias de alimentos para a embalagem de salgadinhos, carnes, biscoitos e massas, por exemplo.
Analistas ouvidos pelo Valor afirmam que a oferta de produtos petroquímicos segue restrito no mercado global. A crise financeira tem afetado, sobretudo, os países europeus, importantes "players" no setor.
Depois de uma forte alta nos últimos meses, os preços da nafta começaram a recuar a partir deste segundo trimestre. No primeiro trimestre, a cotação do produto chegou a superar US$ 1.100 por tonelada, com valorização de quase 30% nos três primeiros meses do ano. Desde abril, os preços começaram a desacelerar.
A nafta é a principal matriz para a produção de produtos petroquímicos no Brasil e sua competitividade em relação ao gás natural, cujos os preços são mais atraentes, é baixa. A oferta de gás natural para a indústria petroquímica brasileira ainda é pequena e depende de investimentos.
O Brasil está fazendo investimentos para diversificar sua matriz petroquímica e depende do avanço do projeto do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) para reduzir sua dependência da nafta e utilizar mais o gás natural, importante matéria-prima utilizada em larga escala nos EUA e Oriente Médio.

Majoração das resinas plásticas terá impacto nos preços de alimentos, medicamentos e construção.

Fonte: www.revistafator.com.br

Todos os produtos de plástico, incluindo embalagens de alimentos, da cesta básica, medicamentos e construção civil, serão impactados pelo reajuste da alíquota de importação de resinas, que aumentará custos da indústria de transformação do setor.

O setor de transformados plásticos, constituído por 12 mil empresas e terceiro maior empregador da indústria de transformação no Brasil, foi surpreendido pelo anúncio, no dia 04 de setembro (terça-feira), da proposta do governo de aumentar a alíquota de importação de três de suas principais matérias-primas: as resinas de polietileno de baixa densidade, linear e o de alta densidade. Estas são utilizadas para a produção, dentre outros itens, das principais embalagens da cesta básica, alimentos, bebidas e produtos de limpeza, da área de saúde e construção civil.


Essas resinas, que já tiveram seu imposto de importação aumentado de 16% para 20%, têm proteção muito acima da média mundial, de 7%. "O que mais surpreende é que esses insumos que podem sofrer a elevação da alíquota são supridos por uma única empresa no Brasil, o monopólio formado pela Braskem", salienta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), ponderando: "Um setor tão importante para a economia nacional sofre um duro golpe, representado pelo encarecimento de matérias-primas, em um momento no qual enfrenta queda de produção de 6,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011, uma das piores performances de toda a indústria de transformação".


O setor, que reduziu nos primeiros seis meses de 2012, em 41% o seu investimento em máquinas e equipamentos, dobrou nos últimos quatro anos o seu déficit comercial. Um dos principais motivos desse desequilíbrio é que a proteção à importação dos insumos, como as resinas plásticas, é muito maior do que a dos manufaturados que o setor de transformação produz. Contudo, a indústria de transformados plásticos tem um número infinitamente maior de empresas competindo no mercado e emprega 30 vezes mais do que o segmento fabricante de resinas. "Portanto, não caberia ao governo proteger da concorrência internacional os grandes monopólios instalados no País, mas sim os setores mais expostos à jusante da cadeia produtiva, que agregam mais valor aos produtos e geram mais empregos", afirma Roriz, concluindo: "Essa equivocada medida poderá ter impacto negativo nos preços finais de vários produtos, prejudicando os consumidores, que pagarão a conta. Decisões como este aumento de alíquota ajudam uma empresa num determinado momento, mas têm efeito devastador na cadeia produtiva. Existem vários setores que devem ser protegidos, que são aqueles expostos à concorrência internacional desigual e desleal, o que definitivamente não é o caso das resinas termoplásticas”.

23/10/2012

Marca Servil: conheça o conceito que faz crescer as vendas

Um consumidor mais exigente e menos fiel às marcas faz com que empresas concentrem esforços no desenvolvimento de ações que fujam do comum, buscando marcar presença na vida das pessoas de forma inesperada. Diante dessa mudança de paradigma, o conceito de "Servile Brands", ou marcas servis, vem ganhando espaço no Brasil. Hellman's, Pão de Açúcar, Electrolux, Continental e Risqué são exemplos de marcas que já lançaram mão desse recurso.

Servile Brands são aquelas que atuam oferecendo uma "mão amiga" ao consumidor em momentos inesperados ou nos quais ele mais precisa, economizando tempo, energia ou dinheiro. O conceito vem suprir a necessidade dos citysumers, consumidores urbanos ávidos por informações e por terem seus desejos atendidos em
 meio à correria do dia-a-dia na qual a atenção é cada vez mais comprometida.

Algumas empresas já entenderam que esse conceito é a solução para quem deseja manter a prosperidade do seu negócio. "As marcas estão tendo que fazer mais. Ser uma servile brand é criar surpresa na vida desses consumidores. Hoje as pessoas buscam por marcas que sejam flexíveis e que ofereçam liberdade. É quase como uma maximização do tempo. Uma otimização, porque as pessoas não dispõem de muito tempo para realizar as coisas", explica Luciana Stein, Diretora para a América Latina da empresa Trendwatching, em entrevista ao Mundo do Marketing.




"Mão amiga" na vida dos consumidores
A empresa divulgou um estudo que mostra o impacto das marcas servis na vida dos consumidores. Um levantamento do Datamonitor aponta justamente para a necessidade de as empresas atuarem como uma "mão amiga" na vida corrida dos clientes. Segundo o estudo, 44% das pessoas entrevistadas em 14 países, incluindo o Brasil, afirmaram ter dificuldades de gerenciar as obrigações do dia-a-dia e ainda encontrar tempo para relaxar.

Uma das marcas que viu no conceito de Servile Brand uma oportunidade para obter crescimento em vendas foi a Hellmann's. Em maio desse ano, a marca fez uma parceria com a rede de supermercado St. Marche, em São Paulo, para dar sugestões de receitas para os consumidores. No caixa, um software instalado reconhecia e combinava a maionese com os ingredientes comprados pelo cliente e gerava uma receita instantânea, no verso do cupom fiscal.

A ideia era, além de crescer em vendas e reconhecimento de marca, também dar aos consumidores opções de pratos variados com alimentos que eles tinham em casa. "Chegamos a um ponto onde não adianta mais tentar apenas buscar o market share. Precisamos ampliar as opções de consumo da maionese, que ainda são restritas, inspirando novos usos. Essa ação fez parte dessa estratégia e nos garantiu que o consumidor teria em casa todos os produtos que precisaria para preparar a receita", explica Fernando Kahani, Gerente de Marketing de Hellmman's, ao Mundo do Marketing.

Consumo mais amplo
A ação com o conceito de ser uma servile brand para a Hellmmann's também faz parte do novo posicionamento da marca, que busca inserir o produto de forma mais ampla na alimentação do brasileiro. "Hoje o consumo ainda é restrito ao sanduíche e a salada de batatas. Queremos mostrar que a maionese pode incrementar outros pratos. Chegamos à conclusão que somos uma marca que está há 50 anos no país e que deveria estar mais presente na vida das pessoas de outras formas", diz Fernando Kahani.

A ação teve resultados positivos: a rede de supermercados não era um target com venda exponencial da maionese e, após o projeto, as vendas da Hellmman's no St. Marche cresceram 44%. "O resultado nos surpreendeu. O que acredito hoje é que cada vez mais crescerá essa tendência das marcas terem que atuar como servis porque a concorrência vem crescendo, o cenário está cada vez mais agressivo e o consumidor cada dia mais exigente e ciente das suas escolhas. Hoje ele compra marcas que engajam, extrapolando a necessidade do produto. A forma de pensar mudou", diz o Gerente de Marketing de Hellmman's.

O excesso de oferta vem fazendo com que as ações diferenciadas de Marketing se tornem mais comuns. Cada vez mais empresas lançam mão das estratégias below the line, fora do Marketing tradicional para tentar atrair as atenções e se diferenciar no mercado. "É quase como se tivéssemos um embotamento dos sentidos pelo excesso de oferta. As marcas fazem coisas cada vez mais surpreendentes e isso, cada dia mais, se torna o Marketing comum. Vivemos um mundo anabolizado onde o tradicional já não sacia mais", pondera Luciana Stein, da Trendwatching.


Experimentação prévia
O estudo da Trendwatching.com mostra que vem crescendo o número de marcas que buscam na experimentação prévia de produtos uma forma de serem servis. Um exemplo é a Risqué. Recentemente a empresa lançou um aplicativo para celular que permite fazer busca por esmaltes e realizar uma simulação virtual de aplicação das cores nas unhas.

Outra que seguiu o mesmo caminho foi a Electrolux. Para ganhar aproximação com os consumidores oferecendo facilidade na hora de optar por pequenas reformas, a companhia desenvolveu o app "Electrolux cuidados com a casa Mobile", que permite pré-visualizar locais de colocação de quadros, simular a aplicação de azulejos e tintas ou testar como ficaria uma determinada estampa na parede.

O estudo da Trendwatching também aponta como característica de uma marca servil o oferecimento de serviços que, sempre que possível, facilitem a vida dos consumidores. "Hoje as pessoas não têm tempo e ganham aquelas marcas que dão uma maior possibilidade das pessoas administrarem um final de semana, por exemplo", explica Luciana Stein.

Dentro desse conceito de facilitar a vida do consumidor, a rede de supermercados Pão de Açúcar lançou, no primeiro semestre, uma vitrine virtual no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. O projeto permite a realização de compras em gôndolas virtuais por meio do smartphone ou tablet. Os clientes recebem os produtos escolhidos em casa, mediante o pagamento de uma taxa de frete. "Hoje as pessoas estão sempre conectadas e esperam que o melhor do mundo online, a informação instantânea e a gratificação imediata, também estejam presentes na vida offline", afirma Luciana Stein, da Trendwatching.





Fonte: Mundo do Marketing

As 10 sacolas comerciais ais criativas!

Realmente me impressiono com a criatividade de muitas pessoas. Vejam estas sacolas, que na opinião do site www.top10mais.org, são as 10 sacolas mais criativas. Eu já vi outras que até estariam nesta lista, mas esta seria a seleção do site.
São quase reais!!!

Leia mais...

1o. lugar
2o. lugar
3o. lugar
 4o. lugar
 5o. lugar
 6o. lugar

 7o. lugar
 9o. lugar
 10o. lugar

Nestlé Purina cria alça abre-fecha e lança promoção

Muito legal esta embalagem da Purina.

A Nestlé Purina lança a promoção "Alça abre-fecha" para ampliar o relacionamento com o público apaixonado por pets. Na compra das rações Friskies, Dog Chow, Cat Chow e Pro Plan, o consumidor ganha uma alça que facilita na abertura e fechamento dos pacotes. O brinde é reutilizável e foi desenvolvido para proteger e facilitar a conservação do alimento. São cinco tamanhos de alça indicadas para suportar pesos que variam entre 2,7kg e  15Kg.


Os brindes para as rações Pro Plan podem ser encontradas em pet shops e pontos de venda de alimentos para cães e gatos, enquanto as de Cat Chow, Dog Chow e Friskies estarão disponíveis também nas principais redes de supermercados. A promoção é válida em todo Brasil.


Fonte: www.mundodomarketing.com.br

Nova embalagem da Devassa

Muito interessante!!!
A arte dessa nova embalagem do pack da Devassa faz alusão à lingerie feminina, apostando em elementos como espartilho, corsellet e zíper. O projeto foi desenvolvido pela agência Mood (www.agenciamood.com.br). Idéia genial e super feminina!

A Devassa comemora o crescimento de 20% no primeiro semestre deste ano comparado a 2011.




Muitas embalagens às vezes são criadas para serem exclusivas e até oneram o preço do produto em mais de 100%. Neste caso o objetivo não é comercial e sim conceitual da marca.
É o caso do gim Bombay Sapphire é uma bebida ingleza e aqui no Brasil custa cerca de R$ 120,00 em uma importadora. Sua nova embalagem ganhou um cartucho de papel cartão que se ilumina. A criação da agência Webb deVlam em parceria com a gráfica de embalagens alemã Karl Knauer. A ilustração é de Yehrin Tong.
O mais fantástico da embalagem é que quando a embalagem é retirada da prateleira, uma bateria na parte inferior é acionada, desencadeando uma corrente elétrica e espalhando luminosidade pelo desenho. Isso porque a ilustração é feita com tinta eletroluminescente.O efeito acaba depois 18 segundos, quando pode ser acionado novamente.

Revista Embalagem e Marca

Importação mais cara de resinas de polietileno prejudicam o Brasil.

Sem aviso prévio, a importação mais cara de resinas de polietileno está prejudicando o Brasil. “Um setor tão importante para a economia nacional sofre um duro golpe, representado pelo encarecimento de matérias-primas, em um momento no qual enfrenta queda de produção de 6,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011, uma das piores performances de toda a indústria de transformação”, disse a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).

Segundo a companhia, essas resinas, que já tiveram seu imposto de importação aumentado de 16% para 20%, têm proteção muito acima da média mundial, de 7%. Um dos principais motivos desse desequilíbrio é que a proteção à importação dos insumos, como as resinas plásticas, é muito maior do que a dos manufaturados que o setor de tranformação produz.

As indústrias de transformados plásticos foram surpreendidas pela proposta do governo federal de aumentar a alíquota de importação de três de suas principais matérias-primas, com o intuito de estimular as indústrias locais. Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, eles não foram informados sobre esse projeto do governo. “Fomos pegos de surpresa”, disse. “A proposta beneficia apenas uma empresa no país”, afirmou, referindo-se à Braskem, maior petroquímica das Américas.

No entanto, para o setor plástico, a proposta para aumentar a taxa de resinas de polietileno de baixa densidade, linear e o de alta densidade será um tiro no pé. Esses produtos são utilizados para a produção, entre outros itens, das principais embalagens de cesta básica, alimentos, bebidas e produtos de limpeza. Também atual na área de saúde e construção civil.

O setor, que reduziu nos primeiros seis meses de 2012, em 41% o seu investimento em máquinas e equipamentos, dobrou nos últimos quatro anos o seu déficit comercial.

Folha

59% dos brasileiros não evitam uso de sacolas plásticas, diz pesquisa.

Pesquisa divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente nesta quinta-feira (16) aponta que 30% dos brasileiros dizem que sempre evitam usar sacolas plásticas para transportar compras e 59% dizem nunca ter feito isso. Cerca de 11%, segundo o ministério, praticam isso “pouco”. A pesquisa foi encomendada pela pasta para conhecer os hábitos de consumo sustentável no país e ouviu 2.201 pessoas em suas casas em todas as regiões do Brasil, entre 15 e 30 de abril deste ano.

Os entrevistados também foram questionados se levam a própria sacola ou carrinho na hora de fazer compras: 31% disseram que esse é um hábito frequente, 11% o praticam pouco e 58% disseram que nunca fizeram isso.

Segundo dados do ministério, 19 municípios no Brasil aboliram o uso de sacolas plásticas como medidas de consenso entre governos e supermercados. Já outras cidades ou estados criaram leis para proibir as sacolas plásticas e algumas enfrentam disputas judiciais, como o estado de São Paulo.

Dentre os entrevistados, 35% disseram que há alguma campanha para redução do uso de sacolas plásticas em suas cidades e, onde há campanha, 76% disseram ter aderido. Já onde não há campanha, 85% afirmam que estariam dispostos a aderir, se houvesse.

Ainda dentro do supermercado, 85% dizem que ficariam mais motivados a comprar um produto que tenha sido fabricado de maneira “ambientalmente correta” e 81% também se motivam mais a comprar um produto cultivado organicamente.

Para a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do ministério, Samyra Crespo, as sacolas são um “flagelo ambiental”. “Ela mata animais porque os animais aquáticos confundem a sacola com comida, ela serve de amarra para vários tipos de lixo flutuante, formando aquelas ilhas de lixo em corpos d’água, elas voam e vão parar em postes e cercas, danificando a paisagem, elas estão associadas a enchentes nas cidades e elas evitam que o lixo que a gente joga fora se degrade”, argumenta a secretária.

Segundo ela, uma sacola plástica pode levar até 400 anos para se decompor. “Provavelmente, a primeira sacola plástica que um brasileiro usou, e isso foi nos anos 70, ela ainda está na natureza”, disse.

Lixo doméstico
A pesquisa também mostrou que 48% afirmam separar o lixo doméstico. Para Samyra, o número poderia ser maior se mais governos implantassem a coleta seletiva. “Muitas vezes a disposição da população em separar o lixo não encontra um rebatimento na política pública porque hoje temos menos de um terço dos municípios praticando a coleta seletiva. Muitas vezes o cidadão acha que ele separa em casa e o misturador da prefeitura vai lá e mistura o lixo de qualquer jeito, não incentivando a população a separar.”

A pesquisa listou ainda hábitos desfavoráveis ao meio ambiente no descarte do lixo. O campeão foi jogar pilhas e baterias no lixo (41% dizem praticar sempre), seguido de vidros ou cacos de vidro (36% afirmam fazer isso com frequência).

Por outro lado, os brasileiros também estão adotando hábitos para reduzir o consumo em favor do meio ambiente. Entre os entrevistados, o conserto de algum produto quebrado para prolongar sua vida útil foi a “boa ação” mais citada. Em segundo lugar ficou o fato de evitar o lixo comum produtos tóxicos.

Problemas ambientais
O estudo apontou ainda que, em 20 anos, o percentual de pessoas que não sabe identificar os problemas ambientais caiu de 47% para 10%. A primeira edição da pesquisa “O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável” foi feita em 1992, à época da conferência ambiental Rio 92. “Triplicou a quantidade de brasileiros que sabem responder sobre problemas ambientais”, disse a secretária.

Os entrevistados também foram questionados sobre quais biomas estão ameaçados e se estariam dispostos a contribuir com dinheiro para protegê-lo. Mais da metade – 51% – apontaram a Amazônia. Em 92, essa região era a escolhida de 38%.

Somente 13% se sentem bem informados ou muito bem informados sobre meio ambiente e ecologia. Na outra ponta desta questão, 29% dizem estar mal informados ou muito mal informados. A maior parte dos entrevistados – 57% – disse estar “mais ou menos informado”.

A pesquisa foi feita por amostragem pelo instituto CP2 em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com 2.201 entrevistas com pessoas maiores de 16 anos. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

G1

15/10/2012

Emirados Árabes Unidos - Embalagens plásticas biodegradáveis d2w - Frutas, legumes e verduras

Os sete países que fazem parte do UAE - Emirados Árabes Unidos, são: Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah.
A capital e segunda maior cidade dos Emirados Árabes Unidos é Abu Djabi. UAE possui a sexta maior reserva de petróleo do mundo e uma das mais desenvolvidas economias do Oriente Médio. O país tem, atualmente, a trigésima sexta maior economia a taxas de câmbio de mercado do mundo, e é um dos países mais ricos do mundo por PIB. Durante o século XIX e o início do século XX, a indústria de pérolas prosperou, proporcionando renda e emprego para o povo do Golfo Pérsico.

No UAE está em vigor lei que obriga que todas as embalagens plásticas, tais como sacos, sacolas, filmes plásticos externos para embalagens tenham a característica de oxibiodegradabilidade em conformidade com norma vigente. Abaixo foto de saco plástico biodegradável d2w em uso nos supermercados do UAE para embalar frutas, legumes e verduras.

 Fonte: Resbrasil


Consumidor quer que Justiça determine sacolinha grátis

Em São Paulo, após a retirada das sacolinhas dos supermercados e a disputa jurídica entre órgãos de defesa do consumidor e os varejistas para colocá-las de volta nos caixas das lojas, nova pesquisa do Datafolha mostra que 73% dos consumidores são favoráveis a que a Justiça obrigue a distribuição gratuita.

O levantamento, feito entre os dias 21 e 22 de agosto, foi realizado para a Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos), entidade que representa interesses da cadeia industrial do plástico e é contra o banimento das embalagens.

Uma decisão liminar da Justiça prevê que a sacolinhas fosse distribuídas de forma gratuita até 15 de setembro. Após essa data, os supermercados não eram mais obrigados a fornecer as embalagens.

A decisão ainda determina que os varejistas forneçam uma alternativa de sacola reutilizável, ao preço máximo de R$ 0,59, até o dia 15 de abril de 2013.

A Apas (Associação Paulista de Supermercados), entretanto, optou por garantir a entrega das sacolinhas (e prorrogar a distribuição gratuita) enquanto negocia com a associação SOS Consumidores, autora da ação para garantir a gratuidade das embalagens, e com o Ministério Público paulista um acordo para uma " mudança gradual de hábitos".

"Os supermercados pediram prazo até 15 de outubro e estamos negociando um acordo", diz Marli Sampaio, presidente da SOS Consumidores.


MUDANÇA SIGNIFICATIVA

Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, chama atenção o fato de 69% dos entrevistados em agosto se posicionarem contra o fim da distribuição das sacolas plásticas gratuitas.

"Houve aumento de 29 pontos percentuais em relação à pesquisa de janeiro, quando 40% dos entrevistados na ocasião terem se posicionados da mesma forma", diz.
Para ele, essa mudança é explicada, em parte, pelo fato de 79% das pessoas acharem que terão gastos extras com sacos de lixo --se as sacolinhas fossem de fato banidas-- e 66% afimarem que tiveram de comprar sacos de lixo no período em que a distribuição na boca do caixa foi interrompida.

A APAS não se pronunciou sobre a pesquisa.

13/10/2012

Setor de embalagens deve faturar R$ 47 bilhões em 2012.

Setor de embalagens deve faturar R$ 47 bilhões em 2012
O setor de embalagens deve chegar a uma receita líquida de R$ 47 bilhões em 2012. A expectativa foi apresentada junto ao balanço do primeiro semestre deste ano, pela Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) nesta semana. De acordo com a entidade, no contexto geral o ambiente é de retração, especialmente na indústria. A produção física de embalagem teve redução de 3,49%, no primeiro semestre de 2012, comparada ao mesmo período de 2011. A produção industrial brasileira total caiu 3,81%, no mesmo período.
Ainda assim, avalia a ABRE, começam a surgir indicadores de início de uma recuperação. O PIB do segundo trimestre, por exemplo, avançou 0,4%, depois de registrar variações de -0,2%, 0,1% e 0,1%, nos três trimestres anteriores.
As exportações diretas do setor de embalagens no primeiro semestre, por exemplo, apresentaram um aumento de 8,86%, passando de US$ 249.828 mil contra US$ 229.496 mil alcançado em 2011. O destaque vai para o forte desempenho da indústria de plásticos (39,25%) seguida das embalagens metálicas (31,27%). No mesmo período, as importações de embalagens vazias tiveram um acréscimo de 5,42%, com faturamento de US$ 411.280 mil. Os números indicam que a balança comercial do setor ficou deficitária com U$ 249.828 mil exportados contra US$ 411.280 mil de importação.

09/10/2012

Kraft recolhe queijo com embalagem perigosa nos EUA

Precisamos ficar atentos ao desenvolvimento da embalagem - critérios como segurança, higiene e conservação são fundamentais. Principalmente em embalagens para alimentos. Veja a matéria abaixo.


Kraft Foods
A empresa americana de alimentos Kraft Foods está recolhendo voluntariamente um lote de queijo jalapeno, pois identificou que a embalagem plástica do produto apresenta risco de asfixia.
De acordo com a empresa, uma camada fina de plástico da embalagem pode grudar no queijo e causar asfixia caso não seja removida. A Kraft enviou cerca de 2,7 mil pacotes a clientes dos Estados Unidos.
A companhia recebeu reclamação de um consumidor sobre o fato. Os produtos devem ser levados à loja de compra para troca ou reembolso. Serão recolhidas as embalagens de 340 gramas com data de validade em 23 de novembro deste ano. As informações são da Dow Jones.

27/09/2012

Câmara analisa isenção de tributos para plásticos biodegradáveis

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 3894/12, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que isenta a indústria plástica nacional do pagamento de PIS/Pasep e Cofins, para incentivar a produção de plásticos biodegradáveis.

Pelo texto, a isenção deve ocorrer na aquisição de insumos e bens de capital necessários à pesquisa e à transformação dos polímeros em misturas que acelerem o processo de decomposição de produtos plásticos.
A isenção busca incentivar métodos sustentáveis para a produção de sacos de lixo, sacolas plásticas e outros derivados petroquímicos.

“Com a crescente proibição das sacolas plásticas, as famílias terão de consumir mais sacos de lixo, visto que as sacolas têm função de recipiente de detritos na maior parte das casas brasileiras. Esse aumento no consumo de sacos de lixo tende a produzir efeito nocivo ao meio ambiente, porque os sacos são mais grossos e mais resistentes que as sacolas plásticas”, afirmou.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto na íntegra

Fonte: www.camara.gov.br

10/09/2012

Sacolinhas podem voltar aos supermercados - Economia - Estado de Minas


Sacolinhas podem voltar aos supermercados MP elabora documento com sete medidas condicionando o retorno das vendas de embalagem compostável, o que já foi aceito pelos supermercadistas. Decisão deve sair nos próximos dias


'A gente se acostuma a não usar sacolas. Para mim, ficou até mais fácil. Hoje ninguém mais briga porque não tem sacolinha', diz a administradora Cláudia Teixeira
 (FOTOS: MARCOS MICHELIN/EM/D.A PRESS)
"A gente se acostuma a não usar sacolas. Para mim, ficou até mais fácil. Hoje ninguém mais briga porque não tem sacolinha", diz a administradora Cláudia Teixeira
A coordenadoria das promotorias de meio ambiente do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MP) e a Associação Mineira dos Supermercados (Amis) querem a volta da venda das sacolas compostáveis nos supermercados de Belo Horizonte. Documento obtido pelo Estado de Minas, elaborado pela área de meio ambiente da instituição pública, apresentou à Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor, responsável pela proibição da venda dessas embalagens em 1º de agosto, um pacote de medidas que vincula o retorno da comercialização das embalagens ao cumprimento de sete condições que já foram aceitas pela rede supermercadista em atividade na capital. A proposta foi entregue dois dias depois que as sacolas biodegradáveis deixaram de ser vendidas, mas ainda precisa ser aprovada pelo promotor de Justiça da 14ª Promotoria de Defesa do Consumidor do MP, Amauri Artmos da Matta. A decisão pode sair ainda esta semana.

Para voltar a vender as sacolinhas, os supermercados terão que bancar a realização de análise laboratorial das sacolas biodegradáveis no momento da aquisição dos lotes ou posteriormente, caso haja dúvida ou suspeita de falsificação das embalagens. O estudo será feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ou por outra instituição qualificada, reconhecida pela Central de Apoio Técnico da Procuradoria-Geral de Justiça (Ceat/PGJ). O MP propõe que os supermercados vendam as embalagens biodegradáveis a preço de custo, sob pena de serem obrigados a pagarem uma multa correspondente ao dobro do valor da nota fiscal do lote de sacolas plásticas adquirido. Outra proposta é premiar com uma sacola retornável, uma vez por semana, os consumidores que fizerem compras acima de R$ 50 nos estabelecimentos ligados à Amis.

Na lista de medidas também consta a redução da margem de lucro do segmento supermercadista na venda de embalagens de sacos de lixo mais consumidas nos supermercados e a destinação de R$ 0,10 por unidade vendida de sacola retornável ao programa Bolsa Reciclagem, assegurando o repasse de no mínimo R$ 30 mil por mês a organizações e associações de catadores de recicláveis. “Os catadores serão beneficiados com a venda das retornáveis. Hoje, esse projeto pode render um salário mínimo ao catador a cada seis meses, mas esse valor pode ser maior”, explica Luciano Badini, coordenador das promotorias de meio ambiente do MP e autor das medidas.

A lista também prevê a divulgação nas sacolas retornáveis de temas relativos ao meio ambiente e à educação ambiental. Por último, a coordenadoria quer a formalização de um protocolo de intenções entre o Ministério Público do Estado de Minas Gerais e a Amis, no qual a associação se compromete a divulgar e orientar seus associados e os consumidores, de forma permanente, acerca das medidas propostas, oferecendo material educativo, informativo e de divulgação do protocolo a ser assinado, caso o acordo seja celebrado.

Para Badini, as propostas contemplam tanto os consumidores quanto a necessidade de preservação do meio ambiente. “A iniciativa preserva a questão ambiental e desqualifica o argumento de formação de cartel para estabelecer o preço das sacolinhas biodegradáveis. Com a venda a preço de custo, sujeita a multa em caso de descumprimento, vai ficar claro onde está sendo formado esse cartel. A qualidade das sacolas biodegradáveis também será assegurada pela análise técnica da UFMG”, diz. Se o acordo for fechado, as sete medidas valem para todo o estado, mas não possuem caráter obrigatório. Caso a proposta não seja aceita pela área de defesa do consumidor do MP, a Amis poderá entrar com um mandado de segurança contra a proibição da comercialização das sacolinhas compostáveis.
'Sou contra a volta da venda das sacolas biodegradáveis. Sempre trago uma retornável no carro', afirma Deise Murta Guimarães, funcionária pública (FOTOS: MARCOS MICHELIN/EM/D.A PRESS)
"Sou contra a volta da venda das sacolas biodegradáveis. Sempre trago uma retornável no carro", afirma Deise Murta Guimarães, funcionária pública

Retrocesso

Apolo Heringer, ambientalista e coordenador do projeto Manuelzão, é contra a solução apresentada pela área ambiental do Ministério Público estadual. De acordo com ele, com a drástica redução do número de sacolinhas que iam parar no aterro sanitário, a população de Belo Horizonte derrotou um velho hábito nocivo ao meio ambiente. “A solução é usar a sacola retornável, que tem uso durável, e ponto final. Não sou a favor de voltar a vender as compostáveis, ainda que algumas condições sejam impostas aos supermercados. Até aqui tivemos duas grandes vitórias: tirar as sacolas descartáveis do meio ambiente e educar a população. Voltar a vender as sacolinhas biodegradáveis é um retrocesso”, sustenta.

A administradora Cláudia Valéria Serra Teixeira concorda. Desde que a distribuição das sacolas descartáveis foi proibida, em abril do ano passado, ela se organizou para contribuir para a sustentabilidade do planeta. Prova disso é que no porta malas do carro, ela sempre traz três caixas grandes, uma delas desmontável, onde suas compras são acondicionadas. “A gente se acostuma a não usar sacolas. Para mim, ficou até mais fácil. Hoje ninguém mais briga porque não tem sacolinha. Acho que voltar a vender as compostáveis é andar para trás”, acredita.

Retornáveis aprovadas pelo cliente

Atualmente, de acordo com a Associação Mineira de Supermercados (Amis), a sacola retornável já é usada por 92% dos consumidores para embalar as compras feitas nos supermercados da capital mineira. É o caso da funcionária pública Deise Murta Guimarães. Na tarde de ontem, ela saía de uma padaria no bairro Funcionários, em BH, equilibrando as compras na mão. Mas isso não quer dizer que a consumidora tenha esquecido as sacolas retornáveis em casa. “Elas estão no carro, mas como comprei pouca coisa, preferi carregar. Sou contra a volta da venda das sacolas biodegradáveis. Sempre trago uma retornável no carro”. Segundo a Amis, desde que as sacolas plásticas descartáveis deixaram de ser distribuídas nos supermercados, em abril de 2011, o número de unidades jogadas no aterro sanitário caiu de 450 mil para 13 mil ao dia.

O assunto será debatido hoje com ambientalistas, representantes do Ministério Público de Minas Gerais, da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e da Amis no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), em Belo Horizonte. O objetivo é contextualizar as consequências da medida cautelar administrativa, que proibiu a venda das embalagens compostáveis sob a alegação de que a cidade não dispõe de usina de compostagem para a destinação do produto. Na mesma decisão, salienta o CMRR, a promotoria de defesa do consumidor autorizou a distribuição gratuita das mesmas sacolinhas e, desde então, o uso do produto vem se expandindo em todos os setores do comércio varejista.

Mudança de hábito


Para o ambientalista Apolo Heringer, porém, a política ambiental do estado não pode ficar restrita à questão das sacolinhas. Ele lembra que o grande trunfo da lei que proibiu a distribuição das sacolas de plástico nos supermercados foi mudar a mentalidade da população quanto ao uso de material descartável. Para ele, o verdadeiro nó do problema está na opção de uso dos aterros sanitários no estado, que acabou por eliminar a coleta seletiva na capital mineira. “Foi um derrota para Minas. Os lobbies do aterro ganharam uma guerra. O aterro é a vitória do uso indevido do lixão”, conclui.


http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2012/09/10/internas_economia,316502/sacolinhas-podem-voltar-aos-supermercados.shtml