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30/08/2013

Em BH as sacolas biodegradáveis voltam a ser gratuitas.


"Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) publicada nesta segunda-feira (19) faz voltar a valer a proibição da venda de sacolinhas biodegradáveis no comércio de Belo Horizonte.
A decisão suspende a permissão da venda de sacolas biodegradáveis na capital mineira que havia sido autorizada a partir de um mandado de segurança feito pela Associação Mineira de Supermercados (Amis), entidade que representa o comércio varejista.
O mandado de segurança pedia, em dezembro do ano passado, a suspensão da decisão do Procon de Agosto de 2012, que determinava a proibição da venda de sacolinhas porque entendia que o consumidor estava sendo lesado pela venda das sacolas biodegradáveis nos estabelecimentos da capital.
Em Janeiro deste ano, tendo deferido o pedido da Amis, a Justiça concedeu aos estabelecimentos da capital, em uma decisão temporária e com efeito imediato, a manutenção da possibilidade de venda das sacolas plásticas biodegradáveis.
Segundo a decisão, em segunda instância, a permissão da cobrança estimularia uma atitude ecologicamente responsável do consumidor, que poderia optar por sacolas retornáveis se quisesse economizar. De acordo com a desembargadora, quando há conflito entre a proteção do meio ambiente saudável e o direito econômico do consumidor, deve prevalecer a proteção ao meio ambiente.
Contudo, no início de agosto a justiça julgou improcedente a permissão da venda, já que a Amis havia entrado com o mandado de segurança fora do prazo permitido para o recurso, que é de 120 dias após a decisão.
Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça, a decisão não determina se os estabelecimentos serão obrigados a distribuir de forma gratuita as sacolas plásticas biodegradáveis. Dessa forma, volta a valer decisão anterior, do Procon-MG, que estabelece que a venda esta proibida, mas a oferta do produto de forma gratuita fica a critério de loja ou supermercado.
Em uma nota à imprensa, a Associação Mineira de Supermercados (Amis) avalia que a decisão judicial deve atingir apenas um pequeno volume de sacolinhas, já que, segundo a organização, a quantidade de sacolas compradas nos estabelecimentos em que havia a venda era muito pequena. O volume fica em torno de 2% da quantidade original de 2011, quando teve início a campanha pelas sacolas reutilizáveis.
A organização afirma, também, que o baixo volume é consequência da mudança de hábito dos consumidores, que optaram por adotar a sacola retornável, e que apoia o cumprimento pleno da decisão judicial, que abrange todos os ramos do comércio varejista.


Fonte: G1 21/08/2013
A produção da indústria brasileira de embalagens encerrou o primeiro semestre com alta de 2,66% ante igual período de 2012, de acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) feito a pedido da Associação Brasileira de Embalagem (Abre). O resultado foi impulsionado pela expansão de 4,81% registrada no primeiro trimestre. No segundo trimestre, o indicador cresceu apenas 0,56%.
Para a segunda metade do ano, os números projetados são mais discretos, uma vez que a base de comparação do segundo semestre de 2012 é mais expressiva. A produção brasileira de embalagens deve crescer 1%.
Dessa forma, o resultado projetado para o acumulado de 2013 aponta uma alta de aproximadamente 2% sobre 2012, similar à estimativa apresentada em fevereiro passado pelo coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV e do estudo, Salomão Quadros. Na oportunidade, Quadros havia projetado expansão de aproximadamente 2,5% no primeiro semestre e de até 1,5% no segundo semestre.
O material aponta ainda que receita do setor, medida pelo valor da produção física de embalagens, somará R$ 50,4 bilhões. O montante representa uma expansão de 7,9% em relação à receita de R$ 46,7 bilhões do ano passado.

Fonte: O Estado de São Paulo 21/08/2013

15/08/2013

Aumento no preço das resinas - quanto tempo mais vamos suportar?

Carta do Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis - ABIEF


Conforme já deve ser de conhecimento de todos, desde inicio de julho as resinas plásticas estão aproximadamente 7,0% mais caras.
Foi divulgado esta semana incremento adicional nos preços para novos negócios, resultando em um aumento total entre 10 e 12% dependendo do grade e ou da fonte fornecedora.
Isto tudo viabilizado pela oscilação dos preços no mercado internacional, apesar da momentânea estabilidade destes na ultima semana, e principalmente pela desvalorização do real, cuja projeções indicam inclusive possíveis novas quedas, ou seja, sequência na escalada do cambio.
Um contra argumento poderia ser a expectativa de redução das alíquotas de importação do polietileno (atualmente em 20%), que retornariam aos patamares anteriores (14%), mas isto, se confirmado, deverá acontecer e impactar negócios somente a partir de setembro.  Ou seja, não existe no presente momento nenhum horizonte de reversão deste quadro de alta de nossos custos.
Desta forma, cabe aqui o alerta para que toda a cadeia, já trabalhando com margens mínimas, refaça com urgência suas contas e se adeque as novas condições de mercado, uma vez que o repasse parece economicamente inevitável e essencial.


Atenciosamente,


Sergio Carneiro
Presidente
presidente@abief.org.br


Rede do Plástico

Aves congeladas têm nova opção de embalagem - agora os cortes embalados em sacos são paletizados em embalagens de papelão.

MWV Rigesa lança uma nova embalagem para o mercado de frigorificados, a Fast Freeze. Trata-se de uma embalagem de papelão ondulado desenvolvida para o acondicionamento de aves inteiras, em cortes ou em bandejas. O novo modelo reduz o tempo de resfriamento do produto no túnel de congelamento.
De acordo com Bárbara Almeida, engenheira de alimentos e especialista de produto da MWV Rigesa, a redução é possível em função do formato diferenciado da caixa, pois suas aberturas nas laterais e no seu comprimento facilitam a circulação de ar. “Com isso, promove impactos positivos no túnel de congelamento, que é o principal gargalo da produção de aves resfriadas e congeladas”, explica a especialista.
O dorso no comprimento aumenta a estabilidade da caixa, reduzindo o risco de quebra durante manuseio, e os terradilhos garantem maior estabilidade no palete.
Segundo a MWV Rigesa, a Fast Freeze oferece maior homogeneidade no congelamento, garantindo melhoria na qualidade do produto. Para frangos, por exemplo, o congelamento mais rápido evita o acúmulo de água na superfície da embalagem primária, garantindo maior segurança ao consumidor final.
“Analisamos toda a cadeia produtiva desse segmento e sabemos que estamos oferecendo ao mercado uma solução inovadora, de alta resistência à cadeia do frio, e que traz ganhos operacionais significativos para o cliente e para o meio ambiente”, finaliza Bárbara.



Fonte: Embalagem e Marca