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30/08/2013

Em BH as sacolas biodegradáveis voltam a ser gratuitas.


"Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) publicada nesta segunda-feira (19) faz voltar a valer a proibição da venda de sacolinhas biodegradáveis no comércio de Belo Horizonte.
A decisão suspende a permissão da venda de sacolas biodegradáveis na capital mineira que havia sido autorizada a partir de um mandado de segurança feito pela Associação Mineira de Supermercados (Amis), entidade que representa o comércio varejista.
O mandado de segurança pedia, em dezembro do ano passado, a suspensão da decisão do Procon de Agosto de 2012, que determinava a proibição da venda de sacolinhas porque entendia que o consumidor estava sendo lesado pela venda das sacolas biodegradáveis nos estabelecimentos da capital.
Em Janeiro deste ano, tendo deferido o pedido da Amis, a Justiça concedeu aos estabelecimentos da capital, em uma decisão temporária e com efeito imediato, a manutenção da possibilidade de venda das sacolas plásticas biodegradáveis.
Segundo a decisão, em segunda instância, a permissão da cobrança estimularia uma atitude ecologicamente responsável do consumidor, que poderia optar por sacolas retornáveis se quisesse economizar. De acordo com a desembargadora, quando há conflito entre a proteção do meio ambiente saudável e o direito econômico do consumidor, deve prevalecer a proteção ao meio ambiente.
Contudo, no início de agosto a justiça julgou improcedente a permissão da venda, já que a Amis havia entrado com o mandado de segurança fora do prazo permitido para o recurso, que é de 120 dias após a decisão.
Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça, a decisão não determina se os estabelecimentos serão obrigados a distribuir de forma gratuita as sacolas plásticas biodegradáveis. Dessa forma, volta a valer decisão anterior, do Procon-MG, que estabelece que a venda esta proibida, mas a oferta do produto de forma gratuita fica a critério de loja ou supermercado.
Em uma nota à imprensa, a Associação Mineira de Supermercados (Amis) avalia que a decisão judicial deve atingir apenas um pequeno volume de sacolinhas, já que, segundo a organização, a quantidade de sacolas compradas nos estabelecimentos em que havia a venda era muito pequena. O volume fica em torno de 2% da quantidade original de 2011, quando teve início a campanha pelas sacolas reutilizáveis.
A organização afirma, também, que o baixo volume é consequência da mudança de hábito dos consumidores, que optaram por adotar a sacola retornável, e que apoia o cumprimento pleno da decisão judicial, que abrange todos os ramos do comércio varejista.


Fonte: G1 21/08/2013
A produção da indústria brasileira de embalagens encerrou o primeiro semestre com alta de 2,66% ante igual período de 2012, de acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) feito a pedido da Associação Brasileira de Embalagem (Abre). O resultado foi impulsionado pela expansão de 4,81% registrada no primeiro trimestre. No segundo trimestre, o indicador cresceu apenas 0,56%.
Para a segunda metade do ano, os números projetados são mais discretos, uma vez que a base de comparação do segundo semestre de 2012 é mais expressiva. A produção brasileira de embalagens deve crescer 1%.
Dessa forma, o resultado projetado para o acumulado de 2013 aponta uma alta de aproximadamente 2% sobre 2012, similar à estimativa apresentada em fevereiro passado pelo coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV e do estudo, Salomão Quadros. Na oportunidade, Quadros havia projetado expansão de aproximadamente 2,5% no primeiro semestre e de até 1,5% no segundo semestre.
O material aponta ainda que receita do setor, medida pelo valor da produção física de embalagens, somará R$ 50,4 bilhões. O montante representa uma expansão de 7,9% em relação à receita de R$ 46,7 bilhões do ano passado.

Fonte: O Estado de São Paulo 21/08/2013

15/08/2013

Aumento no preço das resinas - quanto tempo mais vamos suportar?

Carta do Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis - ABIEF


Conforme já deve ser de conhecimento de todos, desde inicio de julho as resinas plásticas estão aproximadamente 7,0% mais caras.
Foi divulgado esta semana incremento adicional nos preços para novos negócios, resultando em um aumento total entre 10 e 12% dependendo do grade e ou da fonte fornecedora.
Isto tudo viabilizado pela oscilação dos preços no mercado internacional, apesar da momentânea estabilidade destes na ultima semana, e principalmente pela desvalorização do real, cuja projeções indicam inclusive possíveis novas quedas, ou seja, sequência na escalada do cambio.
Um contra argumento poderia ser a expectativa de redução das alíquotas de importação do polietileno (atualmente em 20%), que retornariam aos patamares anteriores (14%), mas isto, se confirmado, deverá acontecer e impactar negócios somente a partir de setembro.  Ou seja, não existe no presente momento nenhum horizonte de reversão deste quadro de alta de nossos custos.
Desta forma, cabe aqui o alerta para que toda a cadeia, já trabalhando com margens mínimas, refaça com urgência suas contas e se adeque as novas condições de mercado, uma vez que o repasse parece economicamente inevitável e essencial.


Atenciosamente,


Sergio Carneiro
Presidente
presidente@abief.org.br


Rede do Plástico

Aves congeladas têm nova opção de embalagem - agora os cortes embalados em sacos são paletizados em embalagens de papelão.

MWV Rigesa lança uma nova embalagem para o mercado de frigorificados, a Fast Freeze. Trata-se de uma embalagem de papelão ondulado desenvolvida para o acondicionamento de aves inteiras, em cortes ou em bandejas. O novo modelo reduz o tempo de resfriamento do produto no túnel de congelamento.
De acordo com Bárbara Almeida, engenheira de alimentos e especialista de produto da MWV Rigesa, a redução é possível em função do formato diferenciado da caixa, pois suas aberturas nas laterais e no seu comprimento facilitam a circulação de ar. “Com isso, promove impactos positivos no túnel de congelamento, que é o principal gargalo da produção de aves resfriadas e congeladas”, explica a especialista.
O dorso no comprimento aumenta a estabilidade da caixa, reduzindo o risco de quebra durante manuseio, e os terradilhos garantem maior estabilidade no palete.
Segundo a MWV Rigesa, a Fast Freeze oferece maior homogeneidade no congelamento, garantindo melhoria na qualidade do produto. Para frangos, por exemplo, o congelamento mais rápido evita o acúmulo de água na superfície da embalagem primária, garantindo maior segurança ao consumidor final.
“Analisamos toda a cadeia produtiva desse segmento e sabemos que estamos oferecendo ao mercado uma solução inovadora, de alta resistência à cadeia do frio, e que traz ganhos operacionais significativos para o cliente e para o meio ambiente”, finaliza Bárbara.



Fonte: Embalagem e Marca

30/07/2013

Contaminação por meio de sacos de lixo - Cuidado

Vídeo mostra como pode ocorrer a contaminação cruzada - paciente entra com um problema no hospital e acaba pegando infecção hospitalar. De acordo com o Ministério da Saúde 30% dos hospitais mantém comissão de controle de infecção em funcionamento.
Veja aqui um vídeo gravado dentro de um hospital que mostra uma funcionária reutilizando o saco para lixo.
Sendo o serviço terceirizado ou não, é obrigatório o descarte do lixo juntamente com o saco que o acondiciona. E existe um saco específico para cada tipo de lixo.

Assista acessando o link:


http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/t/bom-dia-minas/v/homem-flagra-sacola-com-lixo-hospitalar-sendo-reaproveitada-em-unidade-de-saude/2709387/

11/07/2013

Importação de resina sobe 21% de janeiro até maio

As importações de resinas termoplásticas, utilizadas como matéria-prima para vários produtos, por exemplo embalagens diversas, continuam firmes no mercado nacional. Em maio, os volumes totalizaram 163,4 mil toneladas, alta de 34% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Sistema Alice, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, compilados pela consultoria Maxiquim.Em abril, as compras externas atingiram recorde histórico, com 181 mil toneladas, alta de 64% em relação ao mesmo mês de 2012. No acumulado de janeiro a maio, os volumes importados alcançaram 734,8 mil toneladas, aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado. A média mensal de importação desses produtos situa-se em 130 mil toneladas - o pico gira em torno de 160 mil toneladas, de acordo com fontes do setor. Nessas importações estão incluídos polipropileno (PP), polietileno (PE) de alta e baixa densidade, PVC, EPS (poliestireno expansível), entre outros itens. Em abril, o governo federal anunciou um pacote de incentivos ao setor químico e petroquímico, que, entre outras medidas, reduz a alíquota de PIS/Cofins de 5,6% para 1% às indústrias.O objetivo desse pacote é estimular investimentos e elevar a capacidade de produção de boa parte das companhias. O segmento de transformados plásticos não viu nessas medidas um incentivo para estimular a cadeia. As indústrias de transformação afirmam que os preços da resina no Brasil são menos competitivos que no mercado internacional. As medidas de incentivo ao investimento não têm impacto positivo sobre as cotações da matéria-prima, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), que congrega 11 mil empresas, sobretudo de pequeno e médio portes.No início de junho, os preços das resinas, como polipropileno (PP) e polietileno (PE), estavam cotadas na faixa de US$ 2.000 a US$ 2.200 a tonelada, dependendo do tipo do produto, e o PVC em cerca de US$ 1.800 a tonelada, conforme apurou o Valor com fontes do setor. A Braskem é a maior fornecedora de resinas no mercado doméstico. "Os produtos importados são entre 15% e 20% mais baixos que os do mercado interno. Ficamos em uma situação difícil, falta competitividade", afirmou ao Valor uma fonte de uma das principais indústrias da terceira geração petroquímica.Com as recentes altas do dólar frente ao real, a diferença dos preços do mercado local e global tende a diminuir. Boa parte das resinas importadas vem da América do Sul, como Argentina e Colômbia, com tarifa zero de importação. Otávio Carvalho, diretor da consultoria Maxiquim, acredita que os volumes de itens importados devem diminuir nos próximos meses. "A volatilidade do dólar tende a reduzir o apetite por importação", disse. José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, ponderou que a elevada importação deste ano tem como base 2012, um período considerado crítico para o setor petroquímico."A base de comparação é muito baixa", afirmou. Roriz disse que o setor vai ficar mais aquecido no terceiro trimestre, com as encomendas de fim de ano. Principal fornecedora de resinas do país, a petroquímica Braskem, do grupo Odebrecht encerrou 2012 com uma participação de mercado de 70%, ante 65% em 2011.No primeiro trimestre deste ano, as vendas totais de resinas no país atingiram 1,3 milhão de toneladas, alta de 5,6% sobre igual trimestre do ano anterior. A Braskem vendeu no mesmo período 921 mil toneladas, aumento de 6,2% - no período a fatia da companhia no país subiu para 71%. A expectativa do setor é de um aquecimento nas vendas internas para 2013, em relação ao ano passado. E não há perspectiva de que o déficit da balança comercial química recue. Em 2012, o rombo ficou em US$ 28,1 bilhões, recorde histórico.Entre janeiro e maio deste ano, atingiu US$ 12,1 bilhões, segundo informou a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Nos primeiros cinco meses do ano, foram importados US$ 18 bilhões, 13,5% acima em relação a janeiro a maio do ano passado.No mesmo período, as vendas ao exterior somam US$ 5,9 bilhões, recuo de 4,6% sobre o valor registrado um ano atrás. Os dados são preocupantes. Nos últimos 12 meses, de junho de 2012 a maio deste ano, o déficit em produtos químicos já supera US$ 30,6 bilhões, atingindo novo record.

Fonte: Valor Econômico, 20-06-2013

Novo aumento das resinas plásticas

Como era de se esperar, foi confirmado pela Braskem um aumento de R$ 400,00 p/ton nos PP’s e R$ 250,00 p/ton nos PE’s  para vigorar a partir do dia 01/07, como era de imaginar, os importadores não estão passando suas condições de preços para o mês de Julho, e estão aguardando o movimento do mercado para adotarem suas políticas de preço.
Sabemos que com essa supervalorização do dólar, muitos materiais estão sendo nacionalizados com este dólar na casa dos R$ 2,20, e os importadores vão repassar esse custo para o material, o que na verdade foi o motivo que deixou a Braskem confortável para passar esse aumento.
Fonte: www.rededoplastico.com.br

Nova simbologia para as embalagens


Mais informações acesse www.abre.org.br/pacto

Conforme Norma Técnica da ABNT publicada em 14/6/2013, NBR 16182:2013 – Embalagem e acondicionamento – Simbologia de orientação de descarte seletivo e de identificação de materiais, a Simbologia Técnica do Descarte Seletivo passa a caracterizar o descarte dos resíduos secos (embalagens e outros recicláveis), em separado dos resíduos úmidos (resto de alimentos).
Este processo atende aos parâmetros da regulamentação da PNRS e deve ser harmonizado em todo o Brasil. A simbologia pode ser aplicada com ou sem o texto Descarte Seletivo e deve ser acompanhada da simbologia de identificação do material.
Esta simbologia, que passa a configurar o Pacto Setorial entre a ABRE e o MMA, deve constar das embalagens de produtos de bens de consumo, exceto daqueles que por força de lei requeiram uma coleta específica. A norma prevê prazo de adequação para as embalagens que empregam a simbologia original.
Este processo atende aos parâmetros da regulamentação da PNRS e deve ser harmonizado em todo o Brasil. A simbologia pode ser aplicada com ou sem o texto Descarte Seletivo e deve ser acompanhada da simbologia de identificação do material.

Quem disse que uma embalagem de arroz não pode inovar?

Baseado no imaginário coletivo da década de 50, a SPICE DESIGN criou a embalagem comemorativa de 50 anos da Camil que promove uma ligação sentimental entre o consumidor e o produto.


Depois de extensa pesquisa de design alinhado com os valores da marca da empresa traçamos a estratégia para o desenvolvimento com ilustrações estilo ”vintage” que traz a atmosfera e a nostalgia de uma época boa, de momentos em família, da saudável e deliciosa comida caseira e de esperança no ar, diz Gabriela Tischer, diretora de design da SPICE.
Elementos que remetem à comida caseira, como a colher de pau e toalha xadrez foram incorporados reforçando o conceito de boa alimentação e nutrição assim como os produtos na panela e servidos na mesa evocam o momento prazeroso da refeição em família.
A embalagem traz um selo comemorativo, criado especialmente para a ocasião. Baseado no mesmo conceito de embalagem, o selo marca o 50 º aniversário da Camil com o resgate do primeiro logotipo utilizado pela empresa.
As cores que hoje são características de cada produto foram mantidas para que o consumidor se depare com um novo layout porem automaticamente reconheça o produto que está comprando, deixando assim a mudança receptiva ao consumidor Camil. O Layout Retrô dos produtos permite um posicionamento diferenciado no ponto de venda, permitindo maior destaque entre as várias marcas mesmo sem necessidade do uso de materiais de promoção.
A história de uma marca, a vida em família e os anos dourados em um único pacote.
Fonte: Portal da Propaganda

29/06/2013

Novas embalagens de pão de forma da Mentu's

Mentu’s é um fabricante de pães de São José (SC) que reformulou o design das embalagens de seus produtos com o objetivo de aumentar a percepção da marca entre os clientes.
A mudança foi desde a reformulação da logomarca chegando a toda a linha de embalagens.
A embalagem de bisnaguinhas foi repaginada a partir de um enfoque regional, adotando como personagem a Bernunça, um simpático dragão, que tem sua origem no folclore do Boi de Mamão. Essa tradição açoriana está presente em todo o litoral catarinense.
A marca virou outra. veja a diferença da embalagem do pão preto de antes e a de hoje.
Você já pensou em fazer esta mudança para atrair melhor a percepção dos seus clientes?
O investimento não é grande e os resultados são imediatos.

  


  

  


27/06/2013

Embalagens Interessantes
















Rótulo - A Identidade do Alimento

Os alimentos industrializados são identificados pelo rótulo presente em sua embalagem. O rótulo é responsável por trazer dados importantes do produto ao consumidor como nome, peso, características e data de validade.

No entanto, nem sempre as informações presentes são de fácil compreensão. É comum surgirem algumas dúvidas como: qual é a diferença entre rótulo e embalagem? Quais as informações que devem estar presentes? Qual é a importância de tanta informação no rótulo?


O que é rótulo?
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), rótulo é toda inscrição, legenda e imagem ou, toda matéria descritiva ou gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada ou colada sobre a embalagem do alimento. O que é embalagem?

O que é embalagem?
De acordo com a ANVISA, embalagem é o recipiente destinado a garantir a conservação e facilitar o transporte e manuseio dos alimentos. Alguns tipos de embalagens são: vidro, plástico, papelão.
Quais são as informações que devem estar presentes obrigatoriamente no rótulo?

Denominação de venda do alimento: é o nome específico que indica a origem e as características do alimento. Por exemplo: óleo de soja, gordura vegetal hidrogenada, cereal matinal à base de trigo, leite UHT desnatado, biscoito recheado sabor morango.

  • Lista de ingredientes: com exceção de alimentos com um único ingrediente (por exemplo: açúcar, farinha de trigo, vinho), os demais devem ter a descrição de todos os ingredientes no rótulo, por ordem decrescente da proporção. Os aditivos alimentares também devem fazer parte da lista sendo relatados por último.
  • Peso líquido: no rótulo deve constar a quantidade de alimento presente na embalagem, sendo expressa normalmente em mililitro (ml), litro (l), grama (g), quilo (Kg) ou por unidade.

  • Identificação da origem: devem ser indicados o nome e o endereço do fabricante. Atualmente, a maioria das indústrias oferece aos clientes, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), disponibilizando também no rótulo, o telefone e o e-mail para facilitar o contato em caso de dúvidas, críticas ou sugestões.

  • Identificação do lote: todo rótulo deve ter impresso uma indicação em código que permita identificar o lote a que pertence o alimento.

  • Prazo de validade: deve estar presente de forma visível e clara. No caso de alimentos que exijam condições especiais para sua conservação, deve ser indicado o melhor local de armazenamento (freezer, congelador, geladeira) e o vencimento correspondente. 0 mesmo se aplica a alimentos que podem se alterar depois de abertas suas embalagens. O consumidor deve estar sempre atento à data de validade, ao adquirir um alimento. Todo produto vencido deve ser desprezado pois, além de perder a garantia de qualidade pelo fabricante, pode trazer riscos à saúde.

  • Instruções sobre o preparo e uso do alimento: quando necessário, o rótulo deve conter as instruções necessárias sobre o modo apropriado de uso, incluídos a reconstituição e o descongelamento.
  • Informações nutricionais: de acordo com a Resolução nº 40, de 21/03/01, todos os alimentos e bebidas produzidos, comercializados e embalados na ausência do cliente e prontos para oferta ao consumidor devem ter as informações nutricionais presentes no rótulo. Excluem-se deste Regulamento, as águas minerais e as bebidas alcoólicas. As empresas têm 180 dias, a partir da data da Resolução, para se adequarem. O modelo de rotulagem nutricional, proposto pela ANVISA, encontra-se a seguir. Obrigatoriamente a informação nutricional deve estar por porção (fatia, copo, unidade) e os nutrientes devem estar dispostos na ordem abaixo.

  • Escrito por: Roberta Stella - Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)



  • Voltando às origens

    Voltando às origens: leite Cooper Premium em embalagem de vidro de 1 litro. A garrafa possui sistema de fechamento a vácuo inédito no mercado nacional para essa categoria.

    Recicle....


    Sabe aquelas etiquetas à base de cola que tem nas frutas? Estão com os dias contados, pelo menos na Europa.

    A utilização de etiquetas nos alimentos tem os dias contados graças a um projeto que propõe uma solução mais sustentável, eliminando assim a necessidade de recursos naturais (papel, água,etc) e químicos (cola e tinta) necessários para as etiquetas que todos conhecemos.

    Foi recentemente aprovada, pela comissão da União Europeia, um novo regulamento europeu sobre as tecnologias de marcação a laser, com o objectivo de substituir as etiquetas da fruta.
    Esta proposta de "etiquetagem" assenta na marcação das frutas e legumes com uma substância de contraste comestível, que ganha cor quando ativada por um laser.


    Este processo garante que toda a informação sobre a origem e condições de produção possa ser "marcada" no alimento, sem danificar nada abaixo da pele.






    02/04/2013

    Tecnologia brasileira aumenta prazo de validade de alimentos

    Empresa criada por pesquisadores obtém registro para comercializar nos Estados Unidos materiais bactericidas aplicáveis em embalagens plásticas, com o intuito de aumentar o prazo de validade.


    A Nanox obteve o registro da Food and Drug Administration (FDA), agência regulamentadora de alimentos e fármacos dos Estados Unidos, para comercializar materiais bactericidas para aplicação em embalagens plásticas de alimentos. A empresa foi criada a partir de um grupo de pesquisa do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDC) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.

    A empresa também foi contemplada, pela segunda vez, pelo programa Global Entrepreneurship Lab (G-LAB), da Escola de Administração do Massachusetts Institute of Technology (MIT Sloan). Desde setembro recebe consultoria de estudantes da instituição no desenvolvimento de um plano de negócios para preparar sua entrada no concorrido mercado norte-americano. Em janeiro, uma equipe de estudantes do programa visitou a sede da empresa, em São Carlos, no interior de São Paulo, para concluir o trabalho.
    Com o plano de negócios em mãos, a Nanox pretende abrir uma subsidiária nos Estados Unidos e atrair investidores para auxiliá-la a montar a operação.
    “Nós já conversamos com representantes de alguns fundos de investimento no Vale do Silício para ajudar a desenvolver toda a parte estrutural da subsidiária que pretendemos abrir nos Estados Unidos”, disse Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox, à Agência FAPESP.
    De acordo com o pesquisador, o material bactericida que pretendem comercializar nos Estados Unidos é a mais recente aplicação de uma linha de antimicrobianos inorgânicos – batizada de “NanoxClean” –, que começaram a desenvolver em 2005.
    Por meio de um projeto apoiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE), a empresa, que na época tinha o nome Science Solution, começou a produzir inicialmente partículas nanoestruturadas (em escala na bilionésima parte do metro) à base de prata, com propriedades bactericidas, antimicrobianas e autoesterilizantes.
    O material foi aplicado na superfície de metais – em instrumentos médicos e odontológicos, como pinças, bisturis e brocas –, em secadores de cabelo, purificadores de água, tintas, resinas e cerâmicas.
    A partir de 2007, passaram a estender a aplicação do produto para plásticos usados para embalar e conservar alimentos, com certificação obtida da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2012 para essa finalidade.
    “A tecnologia que desenvolvemos para colocar prata em uma matriz cerâmica e, depois, adicionar esse material a um polímero, também resultou no depósito de algumas patentes no Brasil e nos Estados Unidos”, contou Simões.

    Aumento da vida útil
    Segundo Simões, as embalagens plásticas com os antimicrobianos inorgânicos desenvolvidos por eles aumentam o prazo de validade de alimentos acondicionados com o material. Dessa forma, o produto pode ser consumido por muito mais tempo.
    “Um produto que durava seis meses, por exemplo, se armazenado em uma embalagem com o material bactericida, passa a durar de oito meses a um ano”, comparou.
    O material, segundo Simões, pode ser aplicado em qualquer tipo de plástico de alimento – de sacos de supermercados a plásticos mais rígidos, como potes de margarina –, com um aumento de custo muito baixo em relação ao polímero convencional.
    Para iniciar a comercialização do produto nos Estados Unidos, a Nanox realiza atualmente testes com cinco potenciais clientes – entre eles uma grande rede de supermercados e um fabricante de embalagens.
    A empresa é a única fabricante do produto no Brasil. No mercado internacional, no entanto, enfrenta a concorrência de indústrias japonesas, que desenvolveram inicialmente a tecnologia, além de alemãs, que dominam a fabricação de produtos à base de prata.
    A Nanox, contudo, desenvolveu uma tecnologia própria que utiliza entre 10 a 15 vezes menos prata do que seus concorrentes, ao mesmo tempo em que mantém a transparência do plástico – atributo considerado fundamental para o produto.

    Ampliação de mercado
    A Nanox pretende obter a certificação do produto nos Estados Unidos para outras aplicações, como, por exemplo, em saúde. O processo de registro de um produto na área de saúde junto ao FDA, no entanto, é mais demorado e complexo do que em aplicações em alimentos, exigindo a realização de estudos clínicos para garantir a segurança dos consumidores.
    “Nossa previsão é de comercializar o produto para embalagens alimentícias no mercado norte-americano entre três e cinco anos e, depois disso, obtermos certificações para aplicação em cateteres e equipamentos de ultrassom, por exemplo”, disse Simões.
    A Nanox já exporta para o México e a Itália e começou a ingressar no mercado chinês. De modo a conseguir manter seu plano de expansão e crescimento, por meio de um projeto PAPPE/PIPPE faze 3, a empresa começou a aumentar nos últimos anos sua escala de produção.
    A meta da empresa é aumentar dez vezes a escala de produção de partículas antimicrobianas nanoestruturadas, saltando dos atuais 10 quilos para 100 quilos por dia. “Estamos testando diversas metodologias para aumentar nossa escala de produção”, disse Simões.

    Fonte: Agência FAPESP

    09/02/2013

    Loja é decorada com caixotes de madeira

    A loja de cosméticos Aeseop de São Franciso recebeu uma decoração diferente, usando caixotes de madeira e pallets em uma parede completa. Os nichos foram usados para acomodar os diferentes produtos.
    Veja mais aqui: www.atitudesustentavel.com.br

    08/02/2013

    Sacolas biodegradáveis serão testadas em Belo Horizonte

    As sacolas plásticas “piratas”, aquelas vendidas indevidamente como biodegradáveis, serão recolhidas do comércio de Belo Horizonte e submetidas a análise, por meio de convênio firmado entre a Associação Mineira de Supermercados (Amis) e a Universidade Federal de Minas Gerais.

    “Vamos aproveitar essa parceria e dar sequência à fiscalização. Se houver desconfiança da procedência da sacola, o material será apreendido”, afirmou o secretário municipal de Serviços Urbanos, Pier Senesi, após audiência pública, realizada ontem, para discutir o assunto. Segundo o secretário, caso constatada a falsificação, o estabelecimento será notificado.

    Sacolas biodegradáveis no comércio de Belo Horizonte:
    venda liberada desde dezembro

    Polêmica

    A polêmica em torno das sacolas plásticas derivadas de petróleo começou em abril de 2011, quando a distribuição delas foi suspensa para dar lugar às biodegradáveis.

    De acordo com o promotor de Justiça Amauri Artimos da Matta, a medida acabou gerando três novos problemas: formação de cartel, já que quase todos os estabelecimentos passaram a cobrar o mesmo preço pelas sacolas “ecologicamente corretas” (R$ 0,19); venda de sacolas falsas; e falta de destinação correta para as embalagens biodegradáveis, uma vez que Belo Horizonte não possui usina para processar adequadamente o material.

    Por essas razões, em agosto do ano passado, o Procon Estadual proibiu a venda das sacolas biodegradáveis, mas, em dezembro, a Justiça concedeu liminar favorável aos comerciantes, autorizando a venda.

    “Vamos reunir material e analisar uma proposta de acordo que atenda a todos os envolvidos na discussão. O processo continua”, afirmou o promotor.


    Jornal Hoje em Dia

    Sacolinhas voltam a causar polêmicas em Belo Horizonte

    Em reunião dia 6 agora de fevereiro, a Amis defende que os estabelecimentos têm o direito de cobrar pela sacolinha plástica, garantido por lei, vendem pelo custo e não existe cartel. O que existe é uma colaboração  de repassar apenas o valor de custo.

    22/01/2013

    Rótulo - A identidade do Alimento

    Os alimentos industrializados são identificados pelo rótulo presente em sua embalagem. O rótulo é responsável por trazer dados importantes do produto ao consumidor como nome, peso, características e data de validade.No entanto, nem sempre as informações presentes são de fácil compreensão. É comum surgirem algumas dúvidas como: qual é a diferença entre rótulo e embalagem? Quais as informações que devem estar presentes? Qual é a importância de tanta informação no rótulo?
    Para você entender melhor sobre o assunto e saber tirar proveito das informações contidas no rótulo, leia, a seguir, o roteiro explicativo que o Cyber Diet preparou especialmente para você.

    O que é rótulo?
    Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), rótulo é toda inscrição, legenda e imagem ou, toda matéria descritiva ou gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada ou colada sobre a embalagem do alimento.

    O que é embalagem?
    De acordo com a ANVISA, embalagem é o recipiente destinado a garantir a conservação e facilitar o transporte e manuseio dos alimentos. Alguns tipos de embalagens são: vidro, plástico, papelão.



    Quais são as informações que devem estar presentes obrigatoriamente no rótulo?
    Denominação de venda do alimento: é o nome específico que indica a origem e as características do alimento. Por exemplo: óleo de soja, gordura vegetal hidrogenada, cereal matinal à base de trigo, leite UHT desnatado, biscoito recheado sabor morango.

    Lista de ingredientes: com exceção de alimentos com um único ingrediente (por exemplo: açúcar, farinha de trigo, vinho), os demais devem ter a descrição de todos os ingredientes no rótulo, por ordem decrescente da proporção. Os aditivos alimentares também devem fazer parte da lista sendo relatados por último.

    Peso líquido: no rótulo deve constar a quantidade de alimento presente na embalagem, sendo expresso normalmente em mililitro (ml), litro (l), grama (g), quilo (Kg) ou por unidade.Identificação da origem: devem ser indicados o nome e o endereço do fabricante. Atualmente, a maioria das indústrias oferece aos clientes, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), disponibilizando também no rótulo, o telefone e o e-mail para facilitar o contato em caso de dúvidas, críticas ou sugestões.
    Identificação do lote: todo rótulo deve ter impresso uma indicação em código que permita identificar o lote a que pertence o alimento.


    Prazo de validade: deve estar presente de forma visível e clara. No caso de alimentos que exijam condições especiais para sua conservação, deve ser indicado o melhor local de armazenamento (freezer, congelador, geladeira) e o vencimento correspondente. 0 mesmo se aplica a alimentos que podem se alterar depois de abertas suas embalagens.
    O consumidor deve estar sempre atento à data de validade, ao adquirir um alimento. Todo produto vencido deve ser desprezado, pois, além de perder a garantia de qualidade pelo fabricante, pode trazer riscos à saúde.


    Instruções sobre o preparo e uso do alimento: quando necessário, o rótulo deve conter as instruções necessárias sobre o modo apropriado de uso, incluídos a reconstituição e o descongelamento.


    Informações nutricionais: de acordo com a Resolução nº 40, de 21/03/01, todos os alimentos e bebidas produzidos, comercializados e embalados na ausência do cliente e prontos para oferta ao consumidor devem ter as informações nutricionais presentes no rótulo. Excluem-se deste Regulamento, as águas minerais e as bebidas alcoólicas. As empresas têm 180 dias, a partir da data da Resolução, para se adequarem. O modelo de rotulagem nutricional, proposto pela ANVISA, encontra-se a seguir. Obrigatoriamente a informação nutricional deve estar por porção (fatia, copo, unidade) e os nutrientes devem estar dispostos na ordem abaixo.
    Contém glúten: a partir de 23/12/92 (lei nº 8.543), todos os produtores de alimentos industrializados contendo glúten através dos ingredientes trigo, aveia, cevada, e centeio e/ou seus derivados passaram a ter que incluir obrigatoriamente a advertência no rótulo das embalagens, a fim de alertar os indivíduos com doença celíaca que não podem consumir tais alimentos devido à intolerância ao glúten.

    Alimentos para fins especiais
    : segundo a Portaria nº 29, de 13/01/98, os alimentos para fins especiais, ou seja, os formulados para atender necessidades específicas, devem ter no rótulo a respectiva designação, seguida da finalidade a que se destina (exemplos: diet, light, enriquecido em vitaminas, isento de lactose).
    Em alguns casos, é obrigatória a utilização de alertas, como: "Contém fenilalanina" (alimentos com adição de aspartame) ou "Diabéticos: contém sacarose" (alimentos contendo açúcar).

    Após as explicações acima, você já está preparado para entender as informações presentes no rótulo. Então, a partir de agora, torne a leitura do rótulo um hábito no seu dia-a-dia, pois, essas informações permitem um melhor conhecimento do produto e dizem respeito à sua saúde.

    Fonte: www.embalagemetecnologia.com.br