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30/11/2012

Smirnoff tem garrafa que brilha no escuro.

A Diageo desenvolveu duas embalagens especiais da Smirnoff Ice que brilham no escuro, em edição limitada.
A lata foi comercializado durante a festa de música eletrônica Dream Valley, realizada nos últimos dias 16 e 17 no Parque Beto Carreiro World, em Santa Catarina.
A garrafa long neck, intitulada Night Edition, estará disponível enquanto durarem os estoques em casas noturnas de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Brasília.
Os desenhos das embalagens aparecem apenas quando a garrafa é exposta à luz negra.
Com a iniciativa a Smirnoff pretende se aproximar do público jovem e que frequenta ambientes noturnos.



Fonte: Revista Embalagem e Marca

Aumentos de PE e importações inacessíveis desequilibram a transformação.

Em 4 de setembro último, a indústria de plásticos foi surpreendida pelo aumento de 14% para 20% na tarifa de importação de polietileno, justo um dia após a cadeia completa se reunir num evento para debater a competitividade do setor.

A segunda bola nas costas da transformação veio com o reajuste de preços da resina nacional, apesar de o governo condicionar a nova alíquota a ausência de aumentos nos preços internos. De início, a cadeia divulgou que os preços locais subiram 4,5% em outubro. Contudo, índices publicados da Fundação Getúlio Vargas (ver gráfico) revelaram o polietileno de alta densidade (PEAD) 23,6% mais caro em setembro, enquanto os tipos da resina de baixa densidade sofreram reajuste de 20,1% no mesmo mês.

Leia a reportagem: Plásticos em Revista

Frango temperado em embalagem a vácuo termoformada.


A Tyson do Brasil lança no mercado cortes de frango temperados resfriados da marca Macedo em embalagens a vácuo termoformadas.

A empresa é a primeira avícola do País a usar esse tipo de embalagem. “Queremos garantir que os produtos cheguem frescos à mesa do consumidor com a qualidade já atribuída a nossa marca”, afirma Renato Gheller, diretor Comercial da Tyson do Brasil.

As embalagens termoformadas são feitas de filme plástico multicamadas 100% reciclável. Como são seladas, evitam possíveis contaminações e vazamentos, comuns nas embalagens tradicionais. As novas embalagens permitem a completa visualização do produto. “Sua parte inferior totalmente transparente permite que o consumidor veja o que está comprando e ateste a qualidade do produto que está levando pra casa”, afirma o executivo.

Com a embalagem a vácuo, a durabilidade na prateleira (shelf life) dos cortes de frango temperados resfriados passa a ser 18 dias, diminuindo as chamadas quebras (vencimento do produto na gôndola) que são comuns para os alimentos perecíveis.

A linha temperada resfriada da Macedo é disponibilizada nas seguintes opções de cortes de frango: filé de peito, coxas e sobrecoxas (sem osso), coxinhas das asas, sobrecoxas, filezinho (sassami), meio das asas e coração.

Fonte: Revista Embalagem e Marca.

Garrafa de licor em homenagem aos 50 anos dos Rolling Stones.


Para comemorar o 50º aniversário da banda de rock mais famosa do mundo, a marca japonesa de licores Suntary (sim, a mesma do filme Encontros e Desencontros) lançou uma edição limitada de 150 garrafas do uísque The Rolling Stones, como parte da série Bar Stones.
As garrafas com forma da língua acompanham uma embalagem super especial e estarão à venda ao preço de 6.300 dólares cada uma. Essa é só para fãs mesmo, hein?
  


E para atrair os mais jovens, lança também uma linha de bebidas de médio teor alcoólico como cervejas, vinhos e rum. As embalagens trazem em seu rótulo, a língua e estampam a frase “os Rolling Stones são a maior banda de rock and roll do mundo“.
Claro que o gerente de publicidade da Suntory, Tatsuo Wada, é fã dos Stones.


Fonte: Blog Criativo

15/11/2012

Com setor protegido, Braskem eleva preços de resina


A petroquímica Braskem aproveitou uma brecha dada pelo governo federal para elevar em mais de 20% o preço do polietileno, resina crucial para a indústria química e do qual a empresa detém o monopólio no Brasil. No início de setembro, o governo federal elevou o imposto de importação sobre 100 produtos.
À época, dirigentes de companhias dos setores beneficiados, inclusive da Braskem, afirmaram que a proteção não implicaria alta de preços. Isso não aconteceu. Tão logo o governo protegeu a indústria nacional, os preços explodiram.
Usados pela indústria plástica para produção de garrafas, sacolas, tubulações, cabos e fios, os polietilenos são produzidos no Brasil apenas pela Braskem. Até agosto, o polietileno comprado do exterior pagava uma alíquota de 14% de imposto de importação. Desde 4 de setembro, com a elevação definida pelo governo, essa alíquota saltou a 20%. Com o espaço dado pelo governo federal, a Braskem reajustou fortemente os preços das resinas que apenas ela produz.
Segundo dados detectados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Índice de Preços no Atacado (IPA), os polietilenos de alta densidade ficaram 23,6% mais caros em setembro. Os de baixa densidade saltaram 20,1%. Os dados foram apurados no Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) de setembro.
O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a equipe econômica do governo já procurou dirigentes da Braskem para buscar uma explicação. O governo estuda rever a medida para o caso dos polietilenos, ou seja, os importados devem voltar a pagar uma alíquota menor de imposto, e, assim, voltar ao período de competição neste mercado.
"É inadmissível aproveitar uma brecha dada para incentivar a indústria nacional e elevar seus preços em mais de 20%. Isso não é recomposição de margem. Se fosse preciso encarecer seu produto nessa magnitude tão rapidamente a empresa estaria falida, e este não parece ser o caso", afirmou ao Estado uma fonte do alto escalão da equipe econômica do governo Dilma Rousseff.
Política de preços
Controlada pela gigantesca empreiteira Odebrecht, a Braskem foi procurada pela reportagem e respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que "não alterou sua política de preços, vigente desde que a empresa foi criada, que consiste em manter os preços das resinas no mercado doméstico alinhados aos preços internacionais, como ocorre com qualquer commodity".
Para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a medida tomada em setembro pelo governo vai contra a própria política econômica defendida por Dilma.
"Proteger monopólios não faz sentido quando o que se quer é dar competitividade à indústria. Ao encarecer a matéria-prima nas duas pontas, a importada e a nacional, o governo acaba empurrando a entrada do produto final importado", avaliou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Capriche na sua embalagem, pois 66% das pessoas buscam pelas marcas nelas, diz estudo.

  • 66% buscam pelas marcas nas embalagens
  • Mais de 70% dos consumidores com 18 anos ou mais mantém fidelidade às marcas.
  • 58% dos brasileiros afirmam que marcas conhecidas são melhores, considerando status como sinônimo de qualidade
  • 72% dos entrevistados são fiéis às suas marcas
No comportamento na internet:
  • 51% afirmam que podem fornecer muita informação sobre algum tipo de produto
  • 41% conversam com muitas pessoas diferentes sobre diversos itens
  • 33% acham muito provável conseguir convencer outros indivíduos com suas opiniões



Nunca se deparou com problemas desse tipo?


Baixo desempenho das indústrias de plástico em MG

Só o polietileno de baixa densidade (PEBD) teve um incremento de 15,7%, passando de R$ 4.449 a tonelada para R$ 5.151,00.Justificativa para o mau desempenho neste ano é a redução da atividade econômica verificada no país.

Fonte: www.abras.com.br


Com custos de produção mais altos e demanda em baixa, as indústrias de plástico em Minas Gerais terão um resultado negativo neste ano. A projeção, que já era de queda de 5% no faturamento frente 2011, passou a ser de até 15% após o aumento do preço das resinas termoplásticas, responsável por cerca de 60% do custo da produção. As estimativas são do vice-presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Minas Gerais (Simplast), Wagner Andrade.

A primeira justificativa para o mau desempenho do setor neste ano é a redução da atividade econômica verificada no país. A indústria do plástico, por atender a diferentes segmentos e depender diretamente do desempenho deles, acaba sendo um dos termômetros para a economia nacional e por isso sofre com esses contratempos.

Com o mercado desaquecido e a concorrência em alta, as empresas não puderam repassar o aumento do custo da produção integralmente, o que forçou o achatamento das margens. "Tem muita empresa que está amargando prejuízo. Com isso, os investimentos e nível de emprego do setor também estão em queda", ressalta.

Em Minas Gerais, o setor que demandou menor quantidade de plástico neste ano foi o da construção civil que, depois de apresentar reduções de lançamentos e vendas de imóveis, começa a retomar os negócios neste final do ano. Espera-se que o segmento da indústria do plástico que atende a essa área tenha uma queda de 15% no faturamento deste ano.

O segmento voltado para as embalagens vai ter o segundo maior tombo, com retração de 10%. Nesse caso, não só a redução da necessidade de embalagens em uma economia em desaquecimento pesou para o resultado negativo. A substituição das sacolas plásticas pelas compostáveis em várias praças importantes pesou significativamente no resultado e levou algumas empresas que atuam nesse segmento a migrarem para a produção de sacos de lixo.

Automotivo - Já a parte da indústria plástica que atende ao setor automotivo deve ter uma redução um pouco menor, entre 3% e 4%. Isso ocorre devido aos estímulos governamentais, com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos. Os impactos para os fornecedores de insumos para a cadeia não foram tão positivos quanto para as montadoras, porque muitas delas venderam veículos de estoque nos primeiros meses da medida. "Cada segmento da indústria do plástico tem um desempenho diferenciado, mas é fato que todas terão uma queda no faturamento", afirma Andrade.

Além dos resultados econômicos desfavoráveis do país, também colaboraram para a baixa na indústria do plástico o aumento do preço da matéria-prima. O polietileno de baixa densidade, o mais usado no setor, por exemplo, passou de R$ 4.449 a tonelada, na primeira quinzena de janeiro, para R$ 5.151 na primeira quinzena de outubro, um incremento de 15,7%.

A proprietária da Fazfort Indústria e Comércio Ltda, localizada em Contagem (RMBH), Clarissa Vaz, acredita que a empresa sofra uma redução no faturamento de 15% neste ano frente a 2011. Ela explica que, mesmo com a situação nada satisfatória, não tem como opção a redução de funcionários para o corte dos custos. "Profissionais qualificados é algo tão difícil no mercado que nem vale a pena dispensar os que já foram treinados", afirma.

O sócio-proprietário da Kjet Indústria e Comércio, sediada em Belo Horizonte, Munir Sadala, explica que a empresa conseguirá manter o mesmo faturamento do ano passado graças ao desempenho das vendas para o setor automotivo e aumento da base de clientes nesse setor.

Nunca se deparou com problemas desse tipo?