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26/01/2015

Crise das montadoras afeta indústrias na região de Jundiaí

Com a crise das montadoras de veículos, e as incertezas econômicas para este ano, as indústrias de materiais plásticos sentem as consequências. As empresas já reduziram suas produções em pelo menos 5%. Nesta quarta-feira o Governo decidiu manter a taxa de juros alta, elevando a Selic para 12,25%, o que encarece os serviços financeiros.
Na Região de Jundiaí, 10% das maiores injetoras do País estão com a produção em ritmo lento.
Pelo menos três mil trabalhadores ficaram em férias coletivas e, voltaram essa semana.
De acordo com o presidente do Sindiplástico de Jundiaí e Região, João Henrique dos Santos, o número é um dos maiores dos últimos anos.  “Se as montadoras não produzem, elas também não compram as peças das indústrias plásticas. É uma cadeia. O efeito cascata preocupa”, ressalta João Henrique.
Com as incertezas econômicas e também com a discussão de mudanças em benefícios trabalhistas e previdenciários, a preocupação é também com o impacto aos trabalhadores e a população de baixa renda. “O setor plástico na Região emprega mais de 10 mil trabalhadores. Pelo menos 30% estavam em férias coletivas. Estamos atentos ao cenário econômico e trabalhando para que não soframos mais consequências dessas incertezas”, explica João Henrique.

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